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Sobre Previdência, mídia e carnaval
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Sobre Previdência, mídia e carnaval

Sobre Previdência, mídia e carnaval

Por Victor Andrey do Prado, com supervisão de Danny Jessé Nascimento.

Michel Temer aparecendo no SBT para tentar mostrar ao telespectador brasileiro que a reforma da Previdência é algo bom, foi de fato o maior ato de vergonha em rede nacional para abrir 2018 com chave de ouro. A estratégia um tanto que desesperadora de fazer com que um grande comunicador (Silvio Santos) mostre os benefícios da reforma, ganhou manchetes em diversos sites, e claro, ficou nos trending topics do Twitter. Toda propaganda já custou um montante de 120 milhões aos cofres públicos e mesmo assim o povo brasileiro não consegue engolir e aprovar algo que irá prejudicar toda a sociedade.

O carnaval foi um grande exemplo de protesto. Em diversas cidades, escolas de sambas e trios elétricos mostravam sua indignação, como é o caso do desfile da Paraíso da Tuiuti, que desfilou no sambódromo do Rio de Janeiro na noite de domingo (11). O enredo “Meu Deus, Meu Deus, Está Extinta a Escravidão?”, trouxe uma grande crítica política, fazendo uma linha do tempo na história do Brasil à luz dos explorados e chegando até os dias atuais. Algo que chamou bastante atenção foi um homem com faixa presidencial fazendo uma espécie de alusão à Michel Temer, intitulado “vampiro neoliberalista”.

Os “manifestoches”, passistas fantasiados de patos que mostrava a manipulação sofrida pela mídia, trouxe um tom de constrangimento no camarote de transmissão da Rede Globo, onde Fátima Bernardes, Alex Escobar e Milton Cunha fizeram pouquíssimos comentários sobre o desfile.

PREVIDÊNCIA – Não é de hoje que a aposentadoria dos trabalhadores é atacada. Gestões anteriores também tomaram medidas para tentar modificá-la. Porém, o governo atual está fazendo isso de forma drástica. O discurso repassado por eles sobre o déficit da Previdência é algo simples de desmascarar, pois omite informações dos valores reais que compõem o sistema e, ainda, não leva em conta diversos relatórios e estudos que mostram a Previdência Social não tem déficit, como é o caso da CPI do Senado.

Vale ressaltar que, enquanto propõe que o brasileiro trabalhe por mais tempo para se aposentar, números levantados pela Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN) mostra que a reforma da Previdência ignora mais de R$ 427 bilhões de dívidas de empresas ao INSS, que equivale a três vezes o chamado déficit da Previdência.

O que se nota é que a reforma da Previdência ataca, principalmente, o direito dos trabalhadores, que acabam pagando a conta da má gestão e da corrupção que assola o nosso país.

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