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Governo do Paraná aumenta arrecadação mas não paga o que deve aos servidores públicos
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Governo do Paraná aumenta arrecadação mas não paga o que deve aos servidores públicos

Governo do Paraná aumenta arrecadação mas não paga o que deve aos servidores públicos

Em sessão conturbada, governo mostra-se fechado ao diálogo e pronto para hostilizar quem o contesta

Com informações de APP Sindicato e SindSaude

Na manhã da última quarta-feira (31/05), servidores públicos de várias categorias estiveram na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), para acompanhar a apresentação da prestação de contas públicas do Governo do Paraná, referente ao primeiro quadrimestre do ano. Porém, o que realmente ocorreu foi um jogo de cena entre o secretário da Fazenda do Estado, Mauro Ricardo, e o presidente da Casa, Ademar Traiano (PSDB).

A fala do secretário mostrou todo um malabarismo da gestão para dizer que existe crise de arrecadação. Mas não é verdade! De acordo com os dados apresentados, a receita do Estado nos primeiros quatro meses de 2017 superou em R$ 3 bilhões o mesmo período do ano anterior e segundo as próprias palavras do secretário, o Paraná vive uma situação muito melhor que outros estados e passa por uma estabilidade financeira.

APRESENTAÇÃO – Sob gritos de “pague a data-base”, que vinham dos servidores que ocupavam os balcões da Alep, o secretário Mauro Ricardo. A cada manifestação dos trabalhadores, uma ameaça de suspender a apresentação era feita pelo deputado Ademar Traiano. Lá pelas tantas de sua explanação, Mauro Ricardo afirmou que “os servidores já estão muito bem atendidos” e não precisavam receber reajuste. A revolta dos trabalhadores foi geral e a sessão foi suspensa porque Traiano e Mauro Ricardo não admitiram o coro de manifestos.

Logo depois, o deputado cancelou a sessão, impedindo que o secretário respondesse às perguntas dos deputados sobre o orçamento. Vale dizer que toda a manifestação foi pacífica e que o secretário Mauro Ricardo tinha todas as condições de prosseguir.

DADOS APRESENTADOS – O Fórum das Entidades Sindicais (FES), do qual o Sintesu faz parte, vem, desde o início do ano, estudando os números do Estado, apresentados no Diário Oficial e no Portal do governo. A assessoria técnica e os demais sindicatos são firmes em alertar que os dados apresentados na sessão suspensa não coincidem com os números oficiais do Estado e reafirmam: é possível pagar a data-base!

FUNDO PREVIDENCIÁRIO – Vale lembrar que mais de R$ 5 bilhões já foram desviados da poupança que paga as aposentadorias dos servidores – do Fundo Previdenciário – com a Lei 18.469, aprovada em meio ao massacre de 29 de abril de 2015. Fora isso, só com o não pagamento da data-base em 2016 e 2017, o governo afirma que já economizou mais de R$ 1,2 bilhões às custas dos trabalhadores.

Dirigentes sindicais em reunião com o secretário João Carlos Gomes, da Seti.

REUNIÕES DO COMITÊ EM DEFESA DO ENSINO SUPERIOR DO PARANÁ – Já na tarde de quarta-feira, representantes do Sintesu, juntamente com demais dirigentes sindicais que compõem o Comitê Estadual em Defesa do Ensino Superior Público do Paraná, se reuniram na Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), com o secretário João Carlos Gomes, para discutir o Meta 4, o Tide docente (clique aqui e conheça os principais pontos do projeto encaminhado pela Seti), contratações e a  reposição inflacionária para os servidores públicos.

Os representantes sindicais também participaram de agenda com o deputado Luiz Claudio Romanelli, para debater as pautas citadas acima.

O intuito é buscar informações e o apoio das lideranças do governo na busca da resolução destes problemas das categorias do ensino superior.

 

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